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  1. Falta de definição do Mix, isso ocorre quando nem o comprador, nem o repositor sabe dizer ao certo o que deve ter e o que não deve ter na prateleira, um cadastro atualizado com o Mix definido é imprescindível para gerir as rupturas, se eu não sei o que devo ter, como saberei se está faltando ou não?
  2. Manter atualizada a agenda de visita do fornecedor, não esperar o fornecedor vir na loja para comprar, se não compareceu no dia agendado, ligue, remarque, faço um pedido por telefone, a ausência ou a inconstância do vendedor não pode atingir o seu cliente.
  3. Conhecer os prazos de entregas dos fornecedores, considerar o histórico dos atrasos.
  4. Comprar com base na média de venda, considerando sempre se a média de venda é estável ou se sofreu queda devido a rupturas anteriores.
  5. Considerar o impacto de tabloides e ações de vendas, a ruptura mais impactante é quando ocorre em algum item anunciado.
  6. Não esperar a “melhor data ou a melhor condição” para comprar, se for necessário faça pedidos pequenos de reposição, não perca venda esperando negociação dos grandes volumes.
  7. Não confiar 100% em sistemas de reposição automático se não tiver certeza da acuracidade da informação, falta de sincronização, delay, entre outros, nem tampouco confiar 100% em trabalho humano sem uma ferramenta para auxiliar.
  8. Garantir a maior eficácia possível das informações do estoque, eliminando divergências do estoque físico com o estoque que consta no sistema, isso se dá através da Gestão de Estoque, que incluem padronização das rotinas e manutenção diária com inventários rotativos.
  1. Analisar as divergências dos pedidos, o que realmente chegou em relação ao que foi pedido, principalmente pedidos oriundos das cotações on-line.
  2. Ter um planograma de exposição permite identificar a ruptura, conhecer sua causa e agir na raiz do problema.